11-10-2007

Guerra em África - em 15 anos soma $300 bilhões


Os conflitos entre 1990-2005, em 23 países africanos, custaram 300 bilhões de dólares -  o equivalente à ajuda internacional para o continente durante o mesmo período.

Segundo o estudo realizado pela Oxfam, pela Rede de Ação Internacional para Armas Leves (RAIAL) e pela ONG Saferworld - "OS BILHOES QUE FALTAM A AFRICA" - em média, uma guerra, uma guerra civil ou uma rebelião levam a uma queda de 15% na actividade económica. Dinheiro que podia permitir solucionar a crise do HIV/Aids, prevenir a tuberculose e a malária ou atender às necessidades em matéria de água potável, higiene e educação.

Em 2008, um grupo de especialistas reune, sob a égide da ONU, para decidir a respeito de um tratado que visa reforçar a legislação actual relativa ao controle do comércio de armas, a favor do qual 153 Estados votaram em 2006 - 24 países abstiveram-se e apenas os Estados Unidos votaram contra.

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Têxteis chineses na UE



A indústria chinesa espera que a UE revele maior abertura no processo de transferência de tecnologia e que aumente a cooperação no sector da marca e distribuição. Apesar das salvaguardas, o responsável da indústria têxtil chinesa congratulou-se com a decisão da UE levantar as quotas a partir de 2008, dizendo que ela significa que «a total liberalização do comércio global de têxtil está de novo no caminho certo».

Bruxelas anunciou ontem um «sistema de duplo controlo»,

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10-10-2007

Angola duplica importações de vinho verde de Portugal

As exportações de vinho verde português para Angola vão duplicar este ano, tornando o país africano num dos principais mercados no estrangeiro, segundo o presidente da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), Manuel Pinheiro.

Até Junho deste ano, o valor das exportações atingiu 1,21 milhão, contra os 626 mil euros em igual período do ano passado. Até ao fim do ano, a tendência deverá manter-se, ou mesmo acentuar-se, beneficiando das acções de promoção marcadas para os próximos meses, segundo prevê Pinheiro."Apesar de não ser um dos mercados prioritários, é um mercado interessante, em que temos vindo a crescer muito. Partimos de uma base pequena, mas vamos chegar ao fim do ano com as exportações quase a duplicar", disse o mesmo responsável.

Assim, Angola deverá chegar ao fim do ano como um dos cinco principais mercados para o vinho verde português no estrangeiro, juntamente com Estados Unidos, Canadá, França e Alemanha. De acordo com o presidente da Comissão de Viticultura, o perfil de consumo em Angola é semelhante ao português, encontrando-se "todas as marcas mais populares em Portugal"."Com o clima e a gastronomia de peixes e mariscos que tem, sobretudo na zona costeira, Angola apresenta óptimas oportunidades para o vinho verde. Vamos continuar a investir nos próximos anos na divulgação, para conseguirmos criar uma rede de distribuição", afirmou.


Segundo Pinheiro, o plano de divulgação em Angola prevê acções de promoção junto de especialistas, que já arrancaram no ano passado, depois da publicidade, e finalmente acções junto dos consumidores finais.
Quinta-feira, realizou-se em Luanda uma acção de promoção dirigida a agentes, importadores, jornalistas, distribuidores e profissionais da restauração e hotelaria do mercado angolano.
No evento, organizado em conjunto com os vinhos do Alentejo, foram apresentados vinhos das duas regiões, prevendo ainda acções de formação.

Para Pinheiro, o crescimento das vendas em Angola tem ainda a vantagem de repartir o peso dos mercados de exportação, que nos últimos anos tem estado concentrado em 80 por cento nos seis ou sete principais mercados estrangeiros.

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